Dor pélvica e doenças benignas
A dor pélvica frequente ou intensa não deve ser vista como “normal” e pode estar relacionada a doenças benignas, como endometriose e adenomiose, que muitas vezes impactam a rotina, o humor, a vida sexual e até a fertilidade. Nesses casos, o foco do tratamento é controle da dor e qualidade de vida, com opções que vão desde medicações e ajustes hormonais até, quando necessário, procedimentos cirúrgicos bem indicados.
a dor não pode ser ignorada!
A dor não pode ser ignorada. Quando o corpo insiste em sinalizar com cólicas fortes, dor pélvica frequente, desconforto na relação sexual ou sangramentos diferentes do habitual, isso não é “frescura” nem algo com que você precise se acostumar. Muitas vezes, esses sintomas estão ligados a condições como endometriose, adenomiose, miomas, cistos ovarianos ou outras alterações benignas que têm tratamento.
Procurar ajuda médica é um ato de cuidado consigo mesma. Na avaliação ginecológica, é possível investigar a causa da dor, aliviar os sintomas e recuperar qualidade de vida. Você não precisa normalizar o que te faz sofrer: dor recorrente é um sinal de alerta e merece ser ouvida, acolhida e tratada.
Em cada caso, o médico está junto com o paciente!
Algumas condições como miomas, pólipos, cistos ovarianos e a própria adenomiose fazem parte de um grupo de doenças benignas, mas que podem causar desconforto, alterações no ciclo e impacto na qualidade de vida. Por isso, elas exigem avaliação cuidadosa e acompanhamento de um ginecologista.
Conheça um pouco sobre as doenças benignas!
Algumas doenças ginecológicas são benignas, mas podem causar dor, sangramentos e impacto importante na qualidade de vida. Entender cada uma delas é o primeiro passo para buscar diagnóstico e tratamento adequados.
Endometriose
Endometriose
A endometriose acontece quando um tecido semelhante ao endométrio (revestimento interno do útero) cresce fora do útero, como em ovários, trompas ou pelve.
Pode causar cólicas muito fortes, dor na relação sexual, dor pélvica crônica e, em alguns casos, dificuldade para engravidar. O foco do tratamento é o controle da dor e a qualidade de vida, com opções que vão de medicações a cirurgias em casos selecionados.
Adenomiose
Adenomiose
Na adenomiose, o tecido do endométrio cresce para dentro da musculatura do útero.
Costuma causar menstruações muito dolorosas e volumosas, sensação de peso pélvico e cansaço. É uma doença benigna, mas que pode impactar bastante o dia a dia.
O tratamento pode ser clínico (hormônios, analgésicos) ou cirúrgico, dependendo da intensidade dos sintomas e do desejo reprodutivo de cada mulher.
Miomas uterinos
Miomas uterinos
Miomas são tumores benignos formados pelo músculo do útero. Eles podem ser pequenos e sem sintomas ou causar sangramento intenso, aumento do fluxo menstrual, dor pélvica e sensação de “barriga inchada”.
Em algumas situações, também podem estar relacionados à dificuldade para engravidar ou manter a gestação.
O ginecologista avalia se é melhor apenas acompanhar, tratar com medicamentos ou indicar cirurgia, considerando sintomas, tamanho, localização e planos reprodutivos.
Pólipos endometriais
Pólipos endometriais
Pólipos endometriais são “pequenos crescimentos” de tecido no interior do útero, geralmente benignos.
Podem provocar sangramentos fora do período menstrual, fluxo aumentado ou pequenos escapes de sangue.
Em muitos casos, o tratamento é a retirada do pólipo, principalmente quando ele causa sintomas ou quando há dúvida diagnóstica. A histeroscopia é um dos métodos utilizados tanto para ver quanto para tratar.
Cistos ovarianos
Cistos ovarianos
Cistos ovarianos são “bolsinhas” cheias de líquido que se formam nos ovários. Muitos são funcionais, ligados ao próprio ciclo menstrual, e desaparecem sozinhos.
Alguns, porém, podem crescer, doer ou ter características que exigem acompanhamento mais de perto. Podem causar dor pélvica, desconforto, alteração do ciclo e, raramente, complicações como torção do ovário.
O manejo vai desde observação com ultrassom seriado até uso de medicações ou cirurgia, conforme o tipo de cisto, tamanho, sintomas e idade da paciente.
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