Uroginecologia e assoalho pélvico
A uroginecologia e o cuidado do assoalho pélvico são voltados para sintomas que muita gente sente, mas quase não fala, como incontinência urinária (perda de urina ao tossir, rir ou fazer esforço), urgência para urinar e infecções urinárias recorrentes. Esses problemas impactam a autoestima, a vida social e a qualidade de vida, mas não precisam ser vistos como algo “normal da idade” ou “consequência inevitável” de parto ou menopausa.
não encarar como normal!
O ponto mais importante é: nada disso deve ser encarado como “normal da idade”, “coisa de pós-parto” ou “preço da maternidade”. Existem tratamentos – como fisioterapia pélvica, mudanças de hábitos, medicamentos e, em alguns casos, cirurgias – que podem melhorar muito ou até resolver os sintomas. Falar sobre o assunto com o ginecologista é o primeiro passo para tirar o peso da vergonha e começar a cuidar de você.
não deixe os sintomas atrapalharem
a sua vida!
Muitas mulheres convivem com sintomas uroginecológicos no dia a dia sem saber que podem (e devem) ser tratados. Entre os mais comuns está a incontinência urinária, que é a perda de urina ao tossir, rir, espirrar, correr, pegar peso ou até no caminho para o banheiro. Já a urgência para urinar é aquela vontade súbita e quase impossível de segurar, que obriga a procurar um banheiro imediatamente e, às vezes, vem acompanhada de escapes.
Agende uma consulta e confira detalhes sobre os tratamentos disponíveis!
Os sintomas urinários e as alterações do assoalho pélvico têm tratamento. A combinação ideal de cuidados é definida de forma individualizada, em conjunto com o ginecologista e, muitas vezes, com a fisioterapia pélvica.
Fisioterapia pélvica
Fisioterapia pélvica
A fisioterapia do assoalho pélvico é um dos pilares do tratamento de incontinência urinária, urgência para urinar, prolapsos leves e dor pélvica.
Inclui exercícios específicos para fortalecer ou relaxar a musculatura pélvica, treino de contração no momento certo (por exemplo, antes de tossir ou espirrar) e, quando necessário, uso de recursos como biofeedback e eletroestimulação.
O objetivo é melhorar o controle urinário, reduzir a sensação de peso ou dor e devolver mais segurança e qualidade de vida no dia a dia.
Mudanças de hábitos e cuidados no dia a dia
Mudanças de hábitos e cuidados no dia a dia
Alguns ajustes de rotina fazem muita diferença para a saúde do assoalho pélvico e da bexiga.
Entre eles: beber água na medida certa (nem de menos, nem de mais), evitar segurar a urina por muito tempo, reduzir o excesso de café, refrigerantes e álcool (que podem irritar a bexiga) e cuidar do intestino para prevenir constipação e esforço intenso para evacuar.
Manter peso adequado e praticar atividade física orientada também ajuda a proteger a musculatura pélvica e reduzir a sobrecarga sobre a bexiga e os órgãos pélvicos.
Tratamento medicamentoso
Tratamento medicamentoso
Em alguns casos, o médico pode associar medicações ao tratamento.
Isso inclui remédios para bexiga hiperativa (que reduzem urgência e frequência urinária), cremes ou hormônios locais, como estrogênio vaginal em situações específicas – especialmente após a menopausa – e esquemas para lidar com infecções urinárias recorrentes.
A indicação é sempre individualizada, levando em conta o quadro clínico, outras doenças, uso de medicamentos e o que a paciente espera do tratamento.
Dispositivos e recursos de suporte
Dispositivos e recursos de suporte
Em alguns casos de prolapso ou incontinência, podem ser recomendados dispositivos para dar mais conforto e segurança no dia a dia.
Entre eles estão os pessários vaginais (dispositivos de silicone colocados na vagina para sustentar órgãos pélvicos) e o uso de coletores, absorventes específicos ou protetores íntimos temporários, enquanto o tratamento definitivo é organizado.
Esses recursos podem ser importantes quando a cirurgia não é uma opção imediata ou quando a paciente prefere uma abordagem mais conservadora.
Cirurgia
Cirurgia
Quando os sintomas são intensos, o prolapso é mais avançado ou outros tratamentos não trouxeram o alívio esperado, a cirurgia pode ser indicada.
Ela pode reposicionar órgãos pélvicos (como bexiga, útero e reto) e corrigir alguns tipos de incontinência urinária.
A decisão é sempre tomada em conjunto com a paciente, avaliando benefícios, riscos, idade, saúde geral, rotina de vida e planos futuros.
Acompanhamento contínuo
Acompanhamento contínuo
Independentemente do tratamento escolhido, o acompanhamento com o ginecologista – e, muitas vezes, com a fisioterapia pélvica – é fundamental.
É nesse seguimento que se ajustam condutas, se avalia se os sintomas melhoraram, se previnem pioras e se identificam precocemente possíveis recidivas.
O recado principal é: existe tratamento e ele pode ser combinado de várias formas. Ninguém precisa conviver com esses sintomas em silêncio.
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Na Clínica Início, a equipe médica tem como marca o cuidado próximo e a dedicação em cada etapa da jornada da mulher. O Dr. Fábio Minotti e a Dra. Ludimila Seko unem experiência em ginecologia, obstetrícia e fertilidade com uma escuta atenta e humanizada, levando em conta a história, os medos e os planos de cada paciente.
Do check-up ginecológico ao planejamento reprodutivo, do pré-natal ao puerpério, passando pelos tratamentos de fertilidade, todas as orientações são feitas com clareza, respeito e embasamento científico. Na Clínica Início, a paciente não é apenas um caso clínico, mas alguém que merece um acompanhamento personalizado, seguro e acolhedor em cada consulta e decisão sobre sua saúde.
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