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Menopausa e climatério

A menopausa e o climatério marcam uma fase de transição importante na vida da mulher, em que ocorrem alterações hormonais que podem trazer sintomas como calorões, insônia, irritabilidade, secura vaginal e queda da libido. Nessa etapa, o acompanhamento ginecológico é essencial para avaliar se há indicação de terapia hormonal (sempre considerando histórico pessoal, familiar, riscos e contraindicações) ou se são melhores as opções não hormonais, como medicamentos específicos, fitoterápicos com evidência, lubrificantes, hidratantes vaginais e ajustes de estilo de vida.

quais são os tratametnos disponiveis?

Hoje, fala-se cada vez mais em terapia hormonal personalizada, que considera sintomas, idade, tempo de menopausa e perfil de risco de cada mulher, em vez de uma abordagem “igual para todas”. Além dos sintomas, o médico avalia a síndrome geniturinária da menopausa (secura, dor na relação, infecções urinárias), a saúde óssea (com exames como densitometria – DXA) e o risco cardiovascular. O objetivo é montar um plano de cuidado que alivie os sintomas, proteja a saúde a longo prazo e permita viver essa fase com mais conforto e qualidade de vida.

busque ajuda profissional

Buscar um médico de confiança nessa fase é fundamental para entender o que está acontecendo, descartar outras doenças, avaliar riscos individuais e discutir opções de tratamento, que podem ser hormonais ou não hormonais. Com orientação adequada, é possível aliviar sintomas, proteger a saúde óssea e cardiovascular e atravessar o climatério com muito mais conforto e qualidade de vida. Cuidar de si mesma nesse momento não é vaidade, é saúde e autocuidado.

O que é importante saber sobre a menopausa e o climatério?

A menopausa e o climatério são fases de transição importantes na vida da mulher, marcadas por mudanças hormonais que podem trazer sintomas físicos e emocionais. Um bom acompanhamento médico ajuda a entender essas mudanças e a escolher o melhor cuidado para cada caso.

Terapia hormonal e opções não hormonais

Terapia hormonal e opções não hormonais

A terapia hormonal pode ser indicada para mulheres com sintomas moderados a intensos, como ondas de calor, suor noturno, insônia, irritabilidade e secura vaginal, desde que não haja contraindicações importantes, como alguns tipos de câncer, histórico de trombose ou problemas cardiovasculares específicos.

Quando a terapia hormonal não é indicada, ou quando a mulher prefere não utilizá-la, existem opções não hormonais: medicamentos específicos para ondas de calor, lubrificantes e hidratantes vaginais, além de mudanças de estilo de vida (sono, alimentação, atividade física) e apoio emocional ou psicológico.

O objetivo é aliviar os sintomas e preservar a qualidade de vida, sempre com segurança e acompanhamento individualizado.

Terapia hormonal personalizada

Terapia hormonal personalizada

Hoje, fala-se em terapia hormonal personalizada, ou seja, nada de “tratamento igual para todas”. O médico avalia sintomas, idade, tempo de menopausa, histórico de saúde e fatores de risco para definir se a terapia hormonal é indicada, qual tipo (oral, transdérmica, local vaginal, diferentes doses) e por quanto tempo.

Esse olhar individualizado permite ajustar o tratamento às necessidades de cada mulher, reduzindo riscos e potencializando benefícios, sempre com reavaliações periódicas.

O acompanhamento próximo é essencial para adaptar a terapia ao longo do tempo, de acordo com a resposta clínica, exames e preferências da paciente.

Síndrome geniturinária, saúde óssea e risco cardiovascular

Síndrome geniturinária, saúde óssea e risco cardiovascular

Com a queda dos hormônios, muitas mulheres desenvolvem a chamada síndrome geniturinária da menopausa, que inclui secura vaginal, dor na relação sexual, coceira, irritação e infecções urinárias de repetição. Esses sintomas podem ser tratados com hormônios locais, hidratantes e lubrificantes específicos, melhorando conforto e vida sexual.

A menopausa também impacta a saúde óssea, aumentando o risco de osteopenia e osteoporose. Por isso, muitas vezes é solicitado o exame de densitometria óssea (DXA), além de orientações sobre cálcio, vitamina D, exercício físico e, quando necessário, medicações específicas para proteção óssea.

Além disso, o risco cardiovascular (pressão alta, colesterol alterado, doenças do coração) tende a aumentar após a menopausa. O acompanhamento inclui avaliação regular da pressão arterial, exames de sangue, orientação alimentar e de atividade física, ajudando a cuidar do coração nessa fase da vida.

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Na Clínica Início, a equipe médica tem como marca o cuidado próximo e a dedicação em cada etapa da jornada da mulher. O Dr. Fábio Minotti e a Dra. Ludimila Seko unem experiência em ginecologia, obstetrícia e fertilidade com uma escuta atenta e humanizada, levando em conta a história, os medos e os planos de cada paciente.

Do check-up ginecológico ao planejamento reprodutivo, do pré-natal ao puerpério, passando pelos tratamentos de fertilidade, todas as orientações são feitas com clareza, respeito e embasamento científico. Na Clínica Início, a paciente não é apenas um caso clínico, mas alguém que merece um acompanhamento personalizado, seguro e acolhedor em cada consulta e decisão sobre sua saúde.

você sabe o que é uma consulta com

escuta humanizada?

Na Clínica Início, a consulta é um momento de escuta humanizada, em que o foco principal não é apenas o sintoma, mas a pessoa por inteiro – sua história, seus medos, seus desejos e seus planos. Por isso, dedicamos um tempo especial a esse encontro: a consulta pode durar até uma hora e meia, permitindo conversar com calma, explicar cada passo, tirar dúvidas e construir, junto com a paciente, o melhor caminho de cuidado. Aqui, você não é atendida com pressa – você é verdadeiramente ouvida. 

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