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Procedimento obstétricos

Boas práticas e segurança na assistência à gestante começam pelo respeito à sua história, às suas escolhas e aos seus direitos. O plano de parto é uma ferramenta importante nesse processo: nele, a mulher pode registrar preferências sobre ambiente, acompanhante, formas de alívio da dor e cuidados com o bebê, sempre alinhadas às orientações da equipe e às condições de segurança do momento.

A prevenção da violência obstétrica passa por uma comunicação clara, consentimento informado para exames e procedimentos, acolhimento das dúvidas e respeito ao corpo e às decisões da gestante. Além disso, o cuidado é guiado pelos direitos reprodutivos garantidos em legislação local, que asseguram à mulher informação, autonomia e acesso a uma assistência digna. Assim, boas práticas e segurança se traduzem em um cuidado técnico, humano e baseado em respeito em todas as fases da gestação, parto e pós-parto.

Boas Práticas e Segurança na Gestação e Parto

Boas práticas na gestação e no parto começam com um pré-natal bem feito, escuta atenta e informação clara em cada consulta. A gestante deve ser orientada sobre exames, sinais de alerta, opções de parto e plano de cuidado, sempre com base em evidências científicas e nos protocolos de segurança. Isso inclui avaliar individualmente cada caso, evitar intervenções desnecessárias e, quando algum procedimento for indicado, explicar o motivo, os benefícios e os possíveis riscos.

A segurança também passa pelo respeito às escolhas e aos direitos da mulher. Ter um plano de parto discutido com a equipe, poder contar com um acompanhante, receber explicações antes de qualquer exame ou procedimento e ser tratada com dignidade e acolhimento fazem parte de uma assistência responsável. Gestação e parto são momentos únicos, e o objetivo das boas práticas é garantir que eles sejam vividos com o máximo de proteção, respeito e cuidado para a mãe e o bebê.

Cuidar com Respeito: Plano de Parto e Prevenção da Violência Obstétrica

Cuidar com respeito na gestação e no parto significa reconhecer a mulher como protagonista desse momento. O plano de parto ajuda a registrar e discutir suas preferências com a equipe, tornando a experiência mais consciente e acolhedora. Já a prevenção da violência obstétrica passa por informação clara, consentimento para exames e procedimentos, respeito ao corpo e às decisões da gestante, evitando intervenções desnecessárias. Assim, plano de parto e boas práticas se unem para garantir um cuidado seguro, ético e humano para a mãe e o bebê.

Boas práticas e segurança na gestação e no parto

Boas práticas na gestação e no parto envolvem planejamento, respeito às escolhas da mulher e garantia de uma assistência segura e acolhedora para mãe e bebê.

Plano de parto

Plano de parto

O plano de parto é um documento em que a gestante registra suas preferências para o momento do nascimento: quem deseja como acompanhante, posições que gostaria de usar, métodos de alívio da dor, contato pele a pele com o bebê, cuidados imediatos com o recém-nascido, entre outros.

Quando discutido com a equipe antes do parto, ele ajuda a alinhar expectativas, fortalecer a confiança e garantir que as escolhas da mulher sejam consideradas sempre que forem seguras para ela e para o bebê.

Prevenção da violência obstétrica

Prevenção da violência obstétrica

Prevenir a violência obstétrica significa garantir uma assistência baseada em respeito, informação e consentimento. Isso inclui explicar cada exame e procedimento antes de realizá-los, pedir autorização, evitar intervenções desnecessárias, chamar a gestante pelo nome, acolher dúvidas e nunca minimizar sua dor ou seus medos.

Uma boa prática essencial é lembrar que o corpo é da mulher e que ela deve participar ativamente das decisões sobre sua gestação e seu parto.

Direitos reprodutivos e segurança

Direitos reprodutivos e segurança

Os direitos reprodutivos asseguram à mulher o acesso a informação clara, atendimento digno, sigilo e autonomia nas decisões sobre seu corpo e planejamento reprodutivo, dentro da legislação local vigente.

Isso envolve o direito a um pré-natal adequado, a um acompanhante durante o trabalho de parto e o parto (onde a lei garante), a receber orientações sobre métodos contraceptivos e a não sofrer discriminação ou tratamento desrespeitoso.

Boas práticas e segurança, nesse contexto, significam unir cuidado técnico de qualidade com respeito à autonomia, à história e às escolhas de cada mulher.

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O Dr. Fábio Minotti e a Dra. Ludimila Seko atuam em toda a jornada da gestação com foco em boas práticas e segurança, desde o planejamento pré-concepcional até o pós-parto. Eles aliam acompanhamento técnico baseado em evidências a uma escuta acolhedora, respeitando a história, os medos e as escolhas de cada paciente.

No pré-natal de baixo e alto risco, na condução do parto e no cuidado com o puerpério, ambos valorizam informação clara, decisões compartilhadas, plano de parto discutido em conjunto e prevenção de qualquer forma de violência obstétrica. Assim, oferecem um cuidado completo, humano e responsável, para que a experiência da gravidez seja vivida com mais confiança, proteção e tranquilidade para a mãe, o bebê e a família.

você sabe o que é uma consulta com

escuta humanizada?

Na Clínica Início, a consulta é um momento de escuta humanizada, em que o foco principal não é apenas o sintoma, mas a pessoa por inteiro – sua história, seus medos, seus desejos e seus planos. Por isso, dedicamos um tempo especial a esse encontro: a consulta pode durar até uma hora e meia, permitindo conversar com calma, explicar cada passo, tirar dúvidas e construir, junto com a paciente, o melhor caminho de cuidado. Aqui, você não é atendida com pressa – você é verdadeiramente ouvida. 

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